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O porquê de comprar calçado de motociclismo.

01/03/2017 15:24

Não é habitual um motociclista com pouco experiência dar importância ao calçado para aumentar a sua segurança passiva em caso de queda. Mesmo os mais experientes não dão a devida importância a este equipamento de protecção individual. Todos se preocupam, e bem, com o capacete, então e o resto?

 

Nós podiamos publicar aqui um conjunto de imagens das mais diversas lesões que ocorreram de quedas e colisões que muitos condutores sofreram, mas por uma questão de sensibilidade preferimos não o fazer. Contudo quem tiver curiosidade em ver a infelicidade que muitos tiveram, podem-no fazer através deste endereço que disponibilizamos. -> Imagens fortes!
Lesão ligeira pé

 

O mercado tem uma oferta muito alargada de calçado técnico para satisfazer as exigências mais variadas. Isto acontece porque os fabricantes têm consciência da importância que este é um elemento fundamental de protecção e conforto para quem conduz um motociclo. A probabilidade de risco de lesão grave é acrescido quanto mais pesada, alta ou potente for a mota.

 

Como referimos anteriormente este tipo de calçado é considerado equipamento técnico como tal é desenhado e desenvolvido sobre alguns padrões de segurança e qualidade para satisfazer a norma EN 13634:2010. A escolha e aquisição deverá ser encarada com a mesma seriedade da escolha de um capacete ou outro equipamento de protecção, é importante seja justo mas sem pontos de pressão. Sendo a segurança e o conforto as duas principais características deste tipo de calçado. Considera-se portanto fulcral garantir a protecção do pé, tornozelo e canela (quando de cano alto); e uma correcta aderência ao chão em situações onde é necessário manobrar o motociclo. Por outro lado pede-se que sejam confortáveis o suficiente para as deslocações a pé e durante a condução.

 

Salienta-se o facto de existir botas para as mais diversas finalidades e utilizações, por isso aconselha-se a quem pensar aquirir que tenha bem presente as qualidades que procura no calçado para não desperdiçar dinheiro. Isto porque umas botas desportivas têm um conforto e comportamento diferente de umas de turismo, o calçado para a chuva torna-se desconfortável para o Verão, quem procura algo discreto para o dia-a-dia pode não gostar do aspecto das botas de turismo e por aí adiante.

 

Isto para lhe dizermos que além da protecção e conforto, o que importa no calçado específico para motociclismo tem que satisfazer a sua exigência enquanto motociclista, lógico tem que ser apelativa para o seu gosto pessoal.

Desportivas

Comecemos pelo calcanhar de aquiles deste segmento, o conforto, não que sejam incómodas mas porque o desenvolvimento acenta na premissa de serem utilizadas para velocidades elevadas e condução agressiva, muito característico das motas desportivas, principalmente para uso em circuito. Além que considera-se que a utilização apeada é reduzida ou quase nula e não se espera a realização de grandes passeios de turismo.

Sistema AGS2 da XPD

Quando se fala em desconforto referímo-nos à limitação que a zona articular do tornozelo sofre com este tipo botas desportivas. Sabe-se que é uma das zonas mais frágeis em caso de acidente como tal as marcas, e a XPD não é excepção, dedicam-se a desenvolver sistemas para majorar a protecção neste campo.

 

O sistema AGS-2 da XPD é uma referência, resulta do esforço de 3 anos de desenvolvimento pelo departamento de pesquisa desta marca. Tem-se assim um  sistema que permite só a flexão do pé e inibe todas as outras amplitudes para evitar as torções acidentais a que se está sujeito em caso de queda.

Todas as caracterísitcas são pensadas para satisfazer as duas premissas em que assentam as botas desportivas, a segurança e o comportamento a prestações elevadas. Como tal o seu desenho tem que contemplar uma aerodinâmica tal que o seu coeficiente de arrasto (resistência à passagem do ar) seja o menor possível para que a sua presença não seja um obstáculo nas acelerações e velocidades elevadas. As protecções e o fechos têm que ser fortes o suficiente para aguentar os impactos e outras consequências dos acidentes, mas por outro lado têm que oferecer conforto suficiente para que a sua utilização não seja incomoda.

 

Contudo conseguir que este calçado satisfaça esta duas características não é fácil porque o público também tem as suas exigências em termos estéticos e de conforto. Por um lado tem-se a utilização de materiais de elevada qualidade e que por sí só são dispendiosos, Por outro o desenvolvimento é complexo por é necessário proteger uma zona bastante complexa do ponto de vista anatómico e fisiológico. Além que para os fabricantes oferecerem um produto credível precisam de satisfazer a norma EN 13634:2010 como tal têm que considerar maleabilidade do pé no seu todo, os materiais tem que ser de qualidade superior para satisfazer os padrões de resistência à abrasão e ao impacto, os sistemas de aperto têm que ser robustos o suficiente para que a bota não seja arrancada do pé. Não nos podemos esquecer que as solas têm que ter uma aderência acrescida para se poder manobrar a mota à "mão", com um formato próprio para encaixarem nas peseiras de forma correcta e seja resistente ao calor emanado do sistema de escape.

 

Pode consultar a nossa oferta de calçado desportivo clicando aqui. Salientamos que os modelos VR6, X-One e X-Two da XPD são consideradas desportiva sde turismo, isto é apresenta algumas características das botas desportiva e procurando oferecer um conforto similar às de turismo.

 

Turismo

A grande diferença entre as botas de turismo e as ditas desportivas é o conforto e o comportamento aerodinâmico, enquanto que umas dão primazia às prestações em detrimento do conforto, as outras valorizam o conforto em detrimento do desempenho em condução desportiva. Não se quer dizer com isto que umas são melhores ou piores que outras mas desenvolvidas para cada caso em específico.

 

O conforto é melhorado principalmente para as deslocações a pé porque são pensadas para uma utilização por períodos consideráveis de tempo. Consegue-se esta melhoria de conforto aumentando a maleabilidade do pé e um peso reduzido de forma a não cansar quem as tem calçadas. Infelizmente, a segurança passiva tem que ser ligeiramente reduzida para que o pé possa mexer em toda a sua amplitude mas se partir da premissa de que estamos a falar de turismo e não de condução agressiva com velocidades elevadas, o risco de lesão por entorce reduz-se drásticamente. Nunca nos podemos esquecer que existe uma norma EN 13634:2010 que tem que ser satisfeita.

 

Uma particularidade deste segmento é as marcas apostarem em botas resistentes à chuva ou à água existente nas estradas ou trilhos. Existe ainda as que são impermeáveis, onde há uma maior investimento por parte dos fabricantes em recorrer a materias impermeabilizantes mas que ao mesmo tempo sejam respiráveis para evitar o efeito de condensação. Esta preocupação é importante porque se pretende optimizar ao máximo o conforto do condutor e que este não sinta as meias húmidas.

 

Pode clicar aqui para poder apreciar a colecção de calçado para turismo. Uma vez que os modelos X-Nashville e X-Village apresentam um desenho casual nós consideramos que podem também ser enquadradas como sendo calçado citadino para utilização diária.

Urbano/Casual

As premissas de desenvolvimento mudam radicalmente quando se procura calçado para uma utilização diária. Muitas vezes são condutores que pretendem andar protegidos e não têm a possibilidade de o trocar no local de trabalho por outro lado há os que simplesmente não querem andar com um par de ténis atrás.Perante tal situação o desenho e o estilo são as características mais relevantes para estas pessoas, claro que a protecção está sempre presente.

 

Uma característica tida em conta pelas empresas que se dedicam a desenvolver este tipo de calçado é o conforto e maleabilidade acrescida. Os consumidores exigem que este ofereça a possibilidade de ser utilizado ininterruptamente por longos períodos de tempo, muitas vezes desde do acordar até à hora da "caminha". Claro está se estiver dentro dos patrões da "moda" melhor ainda.

 

Apresentamos (a Blauer também tem os seus ténis espeíficos) a categoria de botas que se enquadram nesta classificação. O aspecto deste segmento é a principal aposta dos fabricantes, lógico que a segurança tem que ser a suficiente para satisfazer a norma EN 13634:2010 (não nos cansamos de a repetir para que você leitor perceba a importância desta e tentar perceber porque é o calçado tem o valor que tem).

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Nota: Este artigo foi escrito e inspirado no artigo produzido pelo portal Andar de Mota, pode ler aqui o que eles produziram.
Publicado em Estreantes, iniciados e novatos por

Gonçalo Cabecinhas

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